Documentos Previsionais e Mapa de Pessoal para 2017

A "responsabilidade" e a "proximidade dos serviços da junta aos cidadãos" são atitudes políticas necessárias por parte da Freguesia para enfrentar os desafios atuais, sendo também imprescindível, atender ao "bom senso", à "cautela" e à "prudência" para manter uma gestão equilibrada sem comprometer os exercícios futuros.

A elaboração dos documentos previsionais para 2017, surge à semelhança do ano anterior numa conjuntura de grande pressão financeira para as autarquias locais, aliada a um clima de incerteza no que diz respeito à adopção ou não do novo sistema de normalização contabilística bem como às medidas a implementar de acordo com o Orçamento de Estado que vier a ser aprovado. Esta situação, obriga a uma maior racionalidade e disciplina na utilização dos recursos disponíveis tendo como ponto de referência o orçamento de Estado que vigorou em 2016.

Assim, o ano de 2017 apresenta-se como mais um ano de grande exigência e rigor, sendo necessário enfrentar os novos desafios com coragem, determinação e bom senso.

A Freguesia de Avis continuará a estar ao lado de todos os seus fregueses, de forma solidária e ativa, procurando prosseguir com políticas de proximidade que visam salvaguardar os interesses e as aspirações da população.

Por esse motivo, apesar das dificuldades que nos são impostas, e com todo o sentido de responsabilidade, a Freguesia de Avis, não vai virar costas à execução das suas competências, visando o bem-estar da sua população.

Neste quadro, o orçamento da Freguesia de Avis apresenta na receita e na despesa, um total de 117 000€.

O Plano Plurianual de Investimentos apresenta um total de 12 600€. O Plano Plurianual de Acções Mais Relevantes apresenta um total de 12 550€ dos quais 10 600€ definidos e 1 950€ a definir ao longo do ano de 2017. Os projetos e ações estão apresentados no respectivo plano.

Estamos determinados em fazer mais e melhor pela nossa Freguesia e pela nossa população, pelo que tudo faremos para ultrapassar as dificuldades e constrangimentos que nos vão impondo.

Avis, 17 de Janeiro de 2017.

A Presidente da Junta de Freguesia de Avis

Anabela Calhau Pires

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Prestação de Contas para 2015

A Assembleia de Freguesia de Avis reunida na sua sessão ordinária, realizada no dia 20 de Abril de 2016, apreciou e aprovou por unanimidade a prestação de contas referente ao exercício do ano de 2015.

A Junta de Freguesia de Avis apresentou uma situação financeira equilibrada, devido a uma gestão orçamental apertada, consciente e ciente dos compromissos eleitorais assumidos, atingindo uma taxa de execução orçamental bem acima dos 90%.

Manteve-se uma gestão criteriosa de redução de custos correntes, avaliando os montantes dos contratos actualmente em vigor com os serviços prestados, continuando a sensibilizar as entidades com quem a Junta, para que também estas estabeleçam critérios de redução de custos, com recursos a parcerias que permitam a optimização de esforços e recursos, sem que se comprometa a qualidade dos serviços prestados.

Avis, 04 de Maio de 2016.

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Documentos Previsionais e Mapa de Pessoal para 2016

A responsabilidade e a proximidade dos serviços da Junta aos cidadãos são atitudes políticas necessárias por parte da Freguesia para enfrentar os desafios actuais, sendo também imprescindível, atender ao bom senso, à cautela e à prudência para manter uma gestão equilibrada, empenhada em cumprir o programa eleitoral a que se propôs no sufrágio eleitoral de 2013, sem comprometer exercícios futuros.

Assim, o ano de 2016 apresenta-se como mais um ano de grande exigência e rigor, sendo necessário enfrentar os novos desafios de governação sem baixar os braços.

A Freguesia de Avis continuará apesar das dificuldades sentidas, e com todo o sentido de responsabilidade de quem gere o que é de todos, a executar o que é da sua competência, visando o bem-estar da população.

Tendo por base este plano de acção, a Junta de Freguesia de Avis, em reunião ordinária do Executivo realizada no dia de 6 de dezembro de 2015, aprovou por unanimidade os Documentos Previsionais para o ano de 2016, designadamente o Orçamento, o Plano de Atividades e o Plano Plurianual de Investimentos, assim como o mapa de Pessoal para o mesmo período.

Os mesmos documentos, que podem ser consultados no link abaixo indicado, foram depois, a 22 de dezembro, discutidos e também aprovados por unanimidade pela Assembleia de Freguesia de Avis.

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Prestação de Contas para 2014

A Assembleia de Freguesia de Avis reunida na sua sessão ordinária, realizada no dia 27 de Abril de 2015, apreciou e aprovou por unanimidade a prestação de contas referente ao exercício de 2014..

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Documentos previsionais para 2015

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Documentos previsionais para 2014

A Junta de Freguesia de Avis, em reunião ordinária do Executivo realizada no dia 3 de dezembro de 2013, aprovou os documentos previsionais para o ano de 2014, designadamente o Orçamento, o Plano de Atividades e o Plano Plurianual de Investimentos.
Os documentos foram depois, a 19 de dezembro, discutidos e aprovados pela Assembleia de Freguesia.

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Assembleia de Freguesia de Avis
e novo Executivo tomaram posse

Na sequência das Eleições Autárquicas, foi instalada a 17 de outubro a nova Assembleia de Freguesia de Avis, que num primeiro momento elegeu Jorge Vital Laranjo Traquinas e Manuel Rómulo Ferreira Mendes como vogais do Executivo da autarquia que tem como presidente Anabela Calhau Pires, cabeça de lista da CDU, o agrupamento político mais votado (ver tabela de resultados) no passado dia 29 de setembro.

O escrutínio secreto revelou seis votos a favor da proposta da presidente e três boletins em branco. Na sequência deste resultado, os dois vogais eleitos e a presidente foram substituídos na Assembleia de Freguesia (AM) por Alexandre Manuel Garcia Varela, Inês Filipe Pereira Fonseca e Tiago Vicente Calhau Correia, que tal como os membros do Executivo foram eleitos na lista da CDU.

Completam a Assembleia de Freguesia Pedro António Carrilho Filipe (PSD); José Armando Paulino Carreiras, Maria Lúcia Pexirra Velez e Pedro Daniel Lopes Correia (PS); Telma Margarete Bento da Silva e Ângelo Garcia Espadinha (CDU).

Seguiu-se a eleição da Mesa da Assembleia de Freguesia por apresentação de lista, método sufragado pela AF por 7 votos a favor, contra dois que defendiam a votação uninominal.

Inês Fonseca (presidente), Tiago Correia (1.º secretário) e Telma Silva (2.º secretário) foram eleitos por 6 votos, com um voto contra e dois votos em branco.
 
 
 
 

 

 

 

   
 
 

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Vivem-se tempos difíceis. Para todos os cidadãos, e para as autarquias, em particular. A recente crise política despoletada pelo Presidente da República e pelo Governo resulta, exatamente, de um prolongado cenário de recessão, fruto das políticas de austeridade e do desinvestimento público a que a Troika obriga.

As autarquias locais há muito que sentem na pele a política de afrontamento ao Poder Local.

Entre 2009 e 2012, a Junta de Freguesia de Avis sofreu um corte acima dos 20 por cento nas verbas do Fundo de Financiamento das Freguesias, proveniente do Orçamento de Estado.

Se juntarmos a isto os aumentos dos descontos para a Segurança Social e do IVA, com reflexo imediato nos preços de todos os bens e serviços, e a redução das verbas recebidas ao abrigo do protocolo de transferência de competências com o município de Avis – também ele vítima do mesmo mal -, é fácil perceber a asfixia financeira a que os governos têm condenado as autarquias.

Não assistimos a este ataque de braços cruzados. Para além de nos fóruns próprios termos protestado contra a situação, no terreno tomámos medidas concretas para minimizar o problema. Implementámos um corte nas despesas fixas de cerca de dez por cento, e criámos condições para aumentar as receitas próprias em onze por cento.

Daí resultaram orçamentos mais realistas – aprovados por unanimidade na Assembleia de Freguesia -, mas a execução rigorosa dos mesmos tem permitido um desempenho que resulta na resolução total do que nos propusemos, tendo em vista as necessidades da população, em geral, e dos nossos fregueses mais jovens e idosos, em particular.

Este quadro justifica a opção para que grande parte dos nossos recursos financeiros sejam destinados a estes dois grupos, não esquecendo, é claro, o movimento associativo, que temos apoiado com convicção e entusiasmo.

Entramos agora na ponta final do nosso mandato. A Lei Eleitoral não “nega a possibilidade de uma autarquia informar os munícipes, seja no decurso do mandato ou no final do mesmo, das ações realizadas ou a realizar ou, até, efetuar um balanço da sua atividade”. Exige, no entanto, a mesma lei que a informação editada seja “o mais objetiva possível”.

É o que este boletim pretende ser, objetivo. Damos assim a palavra a quem connosco trabalhou durante estes (quase) quatro anos: os partidos que integram a Assembleia de Freguesia (PCP, PS e PSD) e o movimento associativo. É assim que prestamos contas.

Anabela Pires,
Presidente da JFA

 

 
 
 
 
 
 

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